Evangelho do Dia – terça-feira, 07/07/2020

Tempo de leitura: 5 minutos

Evangelho do Dia de terça-feira, 7 de julho de 2020.

Confira aqui o Evangelho do dia dos Católicos em nosso site. Você também pode receber diariamente a Liturgia do Dia de hoje e também o Salmo do Dia através do nosso portal.

O Evangelho do Dia

Evangelho do Dia

O evangelho é a história de Jesus Cristo e todos os seus princípios. O evangelho é cada um dos quatro principais livros do Novo Testamento. São eles: João, Lucas, Marcos e Mateus.

O evangelho do dia é um trecho de cada um destes livros. O evangelho faz parte da liturgia diária que é a leitura das missas.

O Evangelho do Dia na Igreja Católica

Na liturgia diária, temos o Leitura da Palavra, o Salmo e o Evangelho. Sendo assim, o evangelho do dia é a terceira das três partes que compõe a liturgia diária nas missas.

A palavra “evangelho” é uma das mais conhecidas entre os cristãos, porém, o seu conceito ainda é pouco difundido. Evangelho vem do grego que significa “boas-novas”. Desse modo, evangelizar, é levar a palavra de Jesus Cristo ao mundo.

Reflexão do Evangelho

A cura de uma pessoa muda. Em apenas um versículo, Mateus descreve a chegada da pessoa possuída diante de Jesus, a expulsão do demônio e a atitude de Jesus. As doenças eram muitas e a segurança social inexistente. As doenças não eram apenas deficiências do corpo: surdez, cegueira, paralisia, hanseníase e muitas outras doenças.

De fato, essas doenças nada mais eram do que a manifestação de um mal muito mais profundo e vasto que minava a saúde das pessoas, e esse é o abandono total e o estado deprimente e desumano em que foram obrigadas a viver. A atividade e as curas de Jesus foram direcionadas não apenas contra a doença física, mas também e acima de tudo contra esse mal maior do abandono material e espiritual, no qual as pessoas eram obrigadas a viver os poucos anos de vida.

Então, além da exploração econômica que roubou metade do salário da família, a religião oficial da época, em vez de ajudar as pessoas a encontrar força em Deus, resistir e ter esperança, ensinou que a doença era um castigo de Deus pelo pecado. Isso aumentou neles o sentimento de exclusão e condenação. Jesus fez exatamente o contrário. A aceitação de Jesus, cheia de ternura, e a cura dos enfermos, fazem parte do esforço de unir as relações humanas entre as pessoas e de restabelecer a vida comunitária e fraterna nas aldeias da Galileia, Sua terra.

A dupla interpretação da cura do homem mudo. Antes da cura do mudo possuído, a reação do povo é de admiração e gratidão: “Nada disso jamais foi visto em Israel!” A reação do fariseu é de desconfiança e malícia: “É através do príncipe dos demônios que Ele expulsa os demônios!” Eles não foram capazes de negar os fatos que causam admiração no povo, a única maneira que os fariseus encontram para neutralizar a influência de Jesus diante do povo é atribuir a expulsão ao poder do maligno.

Marcos apresenta um extenso argumento de Jesus para demonstrar a falta de coerência e a malícia da interpretação dada pelos fariseus (Mc 3: 22-27). Mateus não apresenta nenhuma resposta de Jesus à interpretação dos fariseus, porque quando a malícia é evidente, a verdade brilha por si mesma.

Incansavelmente, Jesus atravessa as aldeias. A descrição da incansável atividade de Jesus é bela, na qual emerge a dupla preocupação a que nos referimos: a aceitação cheia de ternura e a cura dos enfermos: “Jesus percorreu todas as cidades, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho de Reino e curando todos os tipos de doenças e todos os tipos de doenças. ” Nos capítulos anteriores, Mateus já havia se referido várias vezes a essa atividade itinerante de Jesus nas aldeias e cidades da Galileia.

Evangelho Narrado

Nas missas, é comum que após a leitura o do evangelho, o celebrante faça um comentário ou reflexão relacionada ao evangelho do dia para os fiéis presentes. Esta reflexão não segue um roteiro ou texto e é feita de forma pessoal pelo celebrante como forma de explicar o evangelho, mas também trazê-lo para os dias atuais do nosso dia a dia.

A História do Evangelho do Dia

A Bíblia Sagrada é composta por quatro evangelhos. Cada um escrito por seus evangelistas São Mateus, São Marcos, São João e São Lucas.

Cada um dos evangelistas tinha um modo particular de escrever e tinham uma narrativa própria, mas apesar disso, os quatro evangelhos se cruzam e se completam numa perfeita simetria.

Os evangelhos narram a história da vida e morte de Jesus Cristo descrevendo todos os fatos pertinentes à sua vida, bem como seus ensinamentos, formando assim a doutrina cristã.

Estes quatro evangelhos foram reconhecidos e legitimados pelo Cristianismo sendo acolhidos como os primeiros livros do Novo Testamento da Bíblia e nomeados de “Evangelhos Canônicos”.

O Evangelho do Dia na Missa

O evangelho é parte integrante da liturgia do dia em todas as missas. O evangelho é único para cada dia do ano, sendo assim, em um determinado dia, o evangelho é o mesmo em qualquer igreja católica no mundo.

Após a leitura do evangelho do dia, o padre ou celebrante presente faz uma reflexão sobre o que foi lido para que se tenha um melhor entendimento dos acontecimentos narrados e nos trazer os ensinamentos de Deus.

O Dever de Evangelizar

Cada cristão na terra tem a missão de evangelizar ou seja, de levar a boa-nova, a palavra de Deus aos quatro cantos da terra. Jesus Cristo é o caminho para a salvação, portanto, evangelizar é salvar.

Como católicos, temos a obrigação não só de ler o evangelho do dia, mas também de levar a palavra para outras pessoas. O objetivo é que o evangelho nos traga ensinamentos mas também que possamos levar estes ensinamentos adiante.

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