Liturgia Diária – Santa Dulce Lopes Pontes, virgem – Memória | Quarta-feira (13/08/2025)

Liturgia Diária de Quarta-feira, 13 de agosto de 2025.
Acompanhe diariamente a Liturgia Diária de Hoje dos Católicos em nosso site. Primeira Leitura, Oração do dia e as Liturgias Diárias com reflexão. Leia aqui a Liturgia de hoje no Mundo dos Católicos.
1ª Leitura
Primeira Leitura (Dt 34,1-12)
Leitura do Livro do Deuteronômio
Naqueles dias, 1 Moisés subiu das estepes de Moab ao monte Nebo, ao cume do Fasga que está defronte de Jericó. E o Senhor mostrou-lhe todo o país, desde Galaad até Dã, 2 o território de Neftali, a terra de Efraim e Manassés, toda a terra de Judá até ao mar ocidental, 3 o Negueb e a região do vale de Jericó, cidade das palmeiras, até Segor. 4 O Senhor lhe disse: “Eis aí a terra pela qual jurei a Abraão, Isaac e Jacó, dizendo: Eu a darei à tua descendência. Tu a viste com teus olhos, mas nela não entrarás”. 5 E Moisés, servo do Senhor, morreu ali, na terra de Moab, conforme a vontade do Senhor. 6 E ele o sepultou no vale, na terra de Moab, defronte de Bet-Fegor. E ninguém sabe até hoje onde fica a sua sepultura. 7 Ao morrer, Moisés tinha cento e vinte anos. Sua vista não tinha enfraquecido, nem seu vigor se tinha esmorecido. 8 Os filhos de Israel choraram Moisés nas estepes de Moab, durante trinta dias, até que terminou o luto por Moisés. 9 Josué filho de Nun estava cheio do espírito de sabedoria, porque Moisés lhe tinha imposto as mãos. E os filhos de Israel lhe obedeceram e agiram, como o Senhor tinha ordenado a Moisés. 10 Em Israel nunca mais surgiu um profeta como Moisés, a quem o Senhor conhecesse face a face, 11 nem quanto aos sinais e prodígios que o Senhor lhe mandou fazer na terra do Egito, contra o Faraó, os seus servidores e todo o seu país, 12 nem quanto à mão poderosa e a tantos e tão terríveis prodígios, que Moisés fez à vista de todo Israel.
– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.
Salmo
Salmo 65 (66)
– Bendito seja o Senhor Deus que me escutou, é ele que dá vida à nossa vida
– Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, cantai salmos a seu nome glorioso, dai a Deus a mais sublime louvação! Dizei a Deus: “Como são grandes vossas obras!”
– Vinde ver todas as obras do Senhor: seus prodígios estupendos entre os homens! Todos vós que a Deus temeis, vinde escutar: vou contar-vos todo bem que ele me fez! Quando a ele o meu grito se elevou, já havia gratidão em minha boca!
Evangelho do Dia
Evangelho (Mt 18,15-20)
— Aleluia, Aleluia, Aleluia.
— Em Cristo, Deus reconciliou consigo mesmo a humanidade; e a nós ele entregou esta reconciliação.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15 “Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16 Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17 Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. 18 Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19 De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus. 20 Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estou ali, no meio deles”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Reflexão da Liturgia Diária
Neste trecho do Evangelho, Jesus ensina sobre o valor do perdão e da correção fraterna. Quando alguém comete um erro, especialmente contra nós, o primeiro passo não deve ser a exposição ou julgamento público, mas sim o diálogo pessoal. A intenção é sempre a reconciliação, e não a condenação. Ao chamar-nos à responsabilidade de corrigir com amor, Jesus nos convida a buscar a restauração dos laços, sem orgulho ou desejo de vingança.
Caso o diálogo pessoal não resolva, Jesus propõe etapas progressivas: envolver testemunhas, depois a comunidade. Isso mostra que a correção deve ser feita com prudência e justiça, preservando a dignidade do outro. Se mesmo assim não houver arrependimento, a separação pode ser necessária, mas nunca sem dor ou indiferença. A exclusão não é um castigo, mas um chamado à conversão.
Jesus também nos recorda o poder da comunhão: quando dois ou mais se unem em oração, Deus escuta. Essa união fraterna tem força diante do Pai. Além disso, Ele nos garante uma presença viva: onde dois ou três estiverem reunidos em seu nome, ali estará. É um convite à vivência comunitária da fé, onde a presença de Cristo se manifesta concretamente no amor e na unidade.
Essa passagem nos desafia a sermos construtores da paz e promotores da reconciliação. Diante de conflitos, somos chamados a agir com paciência, humildade e verdade. Que saibamos corrigir com caridade, perdoar com sinceridade e buscar sempre a comunhão. Onde há perdão, diálogo e oração fraterna, aí está Jesus, fazendo-nos instrumentos da sua paz.
Oração do Dia
Senhor misericordioso, vieste à Terra para nos reconciliar contigo e uns com os outros. Por favor, mostra-me o meu pecado e dá-me a humildade necessária para o reconhecer, a fim de que eu possa arrepender-me e voltar-me para ti. Ajuda-me também a estar aberto às muitas maneiras pelas quais me revelas o meu pecado, especialmente através da mediação de outras pessoas na minha vida. Jesus, eu confio em Vós.
Sobre o Autor
0 Comentários